Home SaúdePandemia Uso da máscara pode ser abolido em dezembro no RN, aponta Fátima Bezerra

Uso da máscara pode ser abolido em dezembro no RN, aponta Fátima Bezerra

Por AdrianoSantos
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“Com senso de responsabilidade coletiva de todos nós, temos muita esperança de que em dezembro, de repente, a máscara possa ser abolida para algumas situações”, afirmou a governadora.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), completou mil dias à frente da gestão estadual e deu entrevista ao Bom Dia RN, da Inter TV Cabugi, falando sobre as ações da Saúde durante a pandemia da Covid-19. Segundo ela, com o avanço da vacinação, é uma possibilidade abolir o uso da máscara de prevenção em dezembro deste ano.

Fátima Bezerra justificou a possibilidade com os números locais da Covid, já que é observado diminuição das infecções e das internações. “O Rio Grande do Norte caminha para ser um dos primeiros estados a decretar o fim da pandemia, digamos assim. Quanto mais a cobertura vacinal tem avançado, mais a pandemia tem caído. Por isso, lutamos e brigamos tanto por vacina. Recebemos as vacinas do Ministério da Saúde e imediatamente entregamos aos Municípios”, pontuou durante a entrevista.

“Já estamos chegando perto de 90% da população com uma dose, e 50% da população com duas doses. A maioria dos Municípios também já iniciou a vacinação para adolescentes. Isso tudo, prestando atenção aos cuidados sanitários, não é hora ainda de tirar a máscara. Mas já chegamos a celebrar três dias seguidos sem óbitos em decorrência da Covid e estamos trabalhando com essa perspectiva. Com senso de responsabilidade coletiva de todos nós, temos muita esperança de que em dezembro, de repente, a máscara possa ser abolida para algumas situações”, afirmou a governadora.

A governadora também elencou algumas ações da gestão na área da Saúde. “Descentralizamos nossas ações de saúde: no Hospital Tarcísio Maia, por exemplo, só havia 9 leitos de UTI, temos 30 agora. Quando assumimos, tinha cerca de 15 mil cirurgias encalhadas e quem está por trás desse número são pessoas que tem o direito de sobreviver, de serem tratadas com respeito. Todas as cirurgias foram suspensas com a pandemia, de forma que estamos retomando agora e estamos investindo R$ 18 milhões. Serão 1,5 mil cirurgias realizadas por mês, iniciamos agora esse mutirão para realização das cirurgias e isso é prioridade”, disse.

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