“Sou candidato a bom ministro”, dispara Rogério Marinho sobre possível disputa ao Governo do RN

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“Sou candidato a bom ministro”, dispara Rogério Marinho sobre possível disputa ao Governo do RN

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O ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse nesta terça-feira 22 que é “candidato a bom ministro” ao comentar possível disputa ao cargo de governador do Rio Grande do Norte nas eleições de 2022. A declaração foi em entrevista ao Bom Dia RN, da InterTV Cabugi.

O ministro potiguar foi questionado sobre as possibilidades do próximo ano, mas ele se limitou a responder que ainda não é o momento para comentar o assunto. “Sou candidato a ser um bom ministro. O presidente [Jair Bolsonaro] nos orientou a fazer um esforço grande para darmos emancipação a todo o Nordeste na questão hídrica”, pontuou.

“No fim do ano, o presidente vai nos convidar para conversar sobre essa situação”, continuou. “É claro que sou político, sei das especulações, mas não acredito que seja o momento de falar sobre isso. A questão partidária vai passar pelo presidente”.

“Não há animosidade com o Governo do Estado”

O ministro também falou sobre a agenda presidencial no RN. Nesta quinta-feira 24, o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) visitará obras nos municípios potiguar Jucurutu e Pau dos Ferros. Questionado sobre uma possível divergência com o Governo do Estado, Rogério Marinho disse que não há “animosidade” com a gestão estadual.

“Não há da nossa parte nenhuma ação de levar em consideração posicionamento politico de quem quer que seja. Já mandamos um ofício para a Semarh [Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos], para que o secretário acompanhe a programação do presidente no RN”, disse o ministro.

Sobre a obra da barragem de Oiticica, Marinho reforçou que os serviços devem ser finalizados até o fim deste ano. Ele também cobrou R$ 20 milhões que foram bloqueados do orçamento federal destinado às obras. Os recursos foram bloqueados através de uma decisão judicial de 2019, segundo informou a Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

“Precisamos que o Governo do Estado reponha [R$ 20 milhões] para finalizar a obra. Foram retirados há mais de um ano. Pedimos à governadora [Fátima Bezerra] para que ela estabeleça um cronograma para repor o dinheiro para terminar a obra em tempo hábil”, apontou.

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